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Biografia do novo Papa



O novo pontífice é o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco, que nasceu em Buenos Aires, na Argentina, em 17 de dezembro de 1936. É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina e sem Ordinário do rito próprio.
O Papa jesuíta se formou como técnico químico, mas depois escolheu o caminho do sacerdócio e entrou para o seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de 1958, passou para o noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanistas no Chile e em 1963, voltou para Buenos Aires e se formou em filosofia na Faculdade de Filosofia do Colégio máximo San José, de São Miguel.
De 1964 a 1965, ensinou literatura e psicologia no Colégio da Imaculada de Santa Fé e, em 1966, ensinou essas mesmas matérias no Colégio do Salvador, em Buenos Aires.
De 1967 a 1970 estudou teologia na Faculdade de Teologia do Colégio máximo San José, de São Miguel, onde se formou.
Em 13 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote.
Em 1970-1971, completou a terceira aprovação em Alcalá de Henares (Espanha), e em 22 de abril de 1973 fez a profissão perpétua.
Foi mestre de noviços em Villa Barilari, San Miguel (1972-1973), professor na Faculdade de Teologia, Consultor da Província e Reitor do Colégio máximo. Em 31 de julho de 1973, foi eleito provincial da Argentina, cargo que desempenhou por seis anos.
De 1980 a 1986, foi reitor do Colégio máximo e das Faculdades de Filosofia e Teologia dessa mesma Casa e pároco da Paróquia de São José, na Diocese de San Miguel.
Em março de 1986, viajou para a Alemanha para completar sua tese de doutorado. Foi enviado pelos seus superiores ao Colégio do Salvador e passou para a igreja da Companhia na cidade de Córdoba, como diretor espiritual e confessor.
Em 20 de maio de 1992, João Paulo II o nomeou Bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires. Em 27 de junho do mesmo ano, recebeu na catedral de Buenos Aires a ordenação episcopal das mãos do Cardeal Antonio Quarracino, do Núncio Apostólico Dom Ubaldo Calabresi e do Bispo de Mercedes-Luján, Dom Emilio Ogñénovich.
Em 3 de junho de 1997 foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e em 28 de fevereiro de 1998 Arcebispo de Buenos Aires por sucessão à morte do Card. Quarracino.
É autor dos livros: «Meditaciones para religiosos» del 1982, «Reflexiones sobre la vida apostólica» del 1986 e «Reflexiones de esperanza» del 1992.
É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina que não podem contar com um Ordinário de seu rito. Grão-Chanceler da Universidade Católica Argentina.
Relator-Geral adjunto da 10ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos (outubro de 2001).
De novembro de 2005 a novembro de 2011 foi Presidente da Conferência Episcopal Argentina.
Foi criado Cardeal pelo Beato João Paulo II no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, titular da Igreja de São Roberto Bellarmino.
É Membro:
das Congregações: para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos; para o Clero; para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica;
do Pontifício Conselho para a Família:
da Pontifícia Comissão para a América Latina.
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Luminárias são instaladas na Matriz



Após a chegada das novas luminárias para a Igreja Matriz, as mesmas já começam a ser montadas e instaladas com prazo para que sejam colocadas até a próxima quarta-feira, concluindo assim os trabalhos da reforma em nossa Igreja, casa do Senhor.

Também foi instalado na parte externa da cruz, no alto da Matriz, uma nova iluminação, feita de neon azul, para dar maior destaque e beleza à mesma.

Alguns acabamentos finais já estão sendo também concluídos para que até o próximo domingo dia 17 de março, aniversário de nosso município Equador (50 anos de emancipação política), já seja feita a celebração da santa Missa nesse ambiente de oração.

Agradecemos a todos pela valiosa colaboração, e em breve, postaremos aqui toda a prestação de contas da reforma.

Algumas imagens da colocação e instalação das novas luminárias.













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10 de março: 4º domingo da Quaresma



É PRECISO FESTEJAR
Quando algum membro da família retorna – depois de algum tempo de ausência –, normalmente acontece uma festa de acolhida carinhosa. Também é verdade que, com frequência, algum irmão ou pai reluta em aceitar o retorno daquele que andou vagando pelo mundo.

A história narrada pelo evangelho de hoje revela isto: o pai se alegra e faz festa pelo retorno do filho, mas o irmão resiste a participar da alegria e da festa. A história se repete amiúde também em nossos tempos, muito mais do que imaginamos. Filhos se afastam da família por motivos diversos: desejam assumir a própria vida, são levados pelas drogas, não suportam as incompreensões ou mesmo agressões dos pais ou irmãos, às vezes são até expulsos de casa. Nas comunidades também se veem deserções por falta de compreensão das lideranças ou por falta de testemunho da própria comunidade ou de alguns membros. Também há os que partem por já não sentirem gosto na vida da comunidade e na participação das celebrações.

O pai do evangelho de hoje nos fornece belo exemplo de amor e acolhida. Deus é como esse pai que fica feliz ao ver o filho retornando para casa e prepara um banquete para festejar.
O filho mais novo se aventurou a assumir a própria vida e acabou não administrando bem a herança. Depois de gastar tudo e tomar consciência da situação, inicia o retorno a casa e o processo de conversão.

O filho mais velho é o “justo” da história, “cumpridor das normas e possuidor de direitos”. Ele não necessita de conversão. É calculador, triste “burocrata da virtude”, sem brilho, sem otimismo e sem alegria.

A parábola nos mostra que não basta ser fiel cumpridor das leis e não sair de casa; é preciso ter misericórdia e ser solidário, acolhendo os irmãos e irmãs que não se saíram bem na tentativa de vida melhor. A família e a comunidade devem ser locais de acolhida, amor e perdão. Todos têm direito à redenção, a uma segunda chance.

Pe. Nilo Luza, ssp
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Cardeais decidem: Conclave começa na próxima terça, dia 12


Na oitava Congregação Geral, realizada na tarde desta sexta-feira, 08 de março, o Colégio Cardinalício decidiu a data de início do Conclave que vai eleger o novo papa. Nesta terça, dia 12 de março, os 115 cardeais eleitores iniciam os trabalhos. No período da manhã, na Basílica de São Pedro, será celebrada a Missa ‘Pro eligendo Pontifice’ e na parte da tarde ocorre a entrada dos Cardeais na Capela Sistina. Os primeiros escrutínios já deverão se realizar na tarde do mesmo dia.
Mesmo com a data do Conclave confirmada, o Colégio Cardinalício realizará mais uma Congregação Geral neste sábado. O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, declarou em coletiva que os cardeais não poderão receber informações externas durante o Conclave, nem poderão ler jornais, ouvir rádio, assistir à TV ou acessar a internet, como prevê a Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis. Serão instalados bloqueadores de comunicação para impedir o uso de equipamentos e dispositivos eletrônicos, como celulares, da mesma forma como já ocorre na Sala dos Sínodos, onde têm ocorrido as congregações gerais.
Ainda segundo o padre Lombardi, os cardeais não terão que passar por revista para entrar na Capela Sistina. Apenas os funcionários e demais pessoas devem ter de se submeter a um detector de dispositivos. Durante o período de reclusão para a escolha do novo Papa, os cardeais poderão se confessar.
Participarão do Conclave 115 cardeais, sendo necessário o voto favorável de 77 purpurados para eleger o Papa, ou seja, os 2/3 dos votantes.
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NOTA DA CNBB PELO DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunidos em Brasília-DF, de 05 a 07 de março, queremos homenagear todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Neste dia, em particular, “a Igreja agradece todas as manifestações do ‘gênio’ feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações; agradece todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres na história do Povo de Deus, todas as vitórias que deve à sua fé, esperança e caridade agradece todos os frutos de santidade feminina” (Beato João Paulo II, A Dignidade da Mulher, n. 31)
Saudamos e agradecemos, de modo especial, às mulheres que, por sua vocação, missão e empenho na superação de todo tipo de violência, possibilitam a construção de uma cultura de paz no ambiente familiar e social. Reconhecemos que “face a inúmeras situações de violência e tragédias, são quase sempre as mulheres que mantêm intacta a dignidade humana, defendem a família e tutelam os valores culturais e religiosos” e apontam sinais de esperança, como falou Bento XVI (Angola, 2009).
Ao mesmo tempo, lamentamos que ainda persistam situações em que a mulher seja discriminada ou subestimada por ser mulher. A Igreja, por sua missão, une-se a todas as pessoas de boa vontade para eliminar as pressões familiares e os argumentos sociais, culturais e até mesmo religiosos, que usam por causa da diferença para justificar atos de violência contra a mulher, tornando-a objeto de atrocidades e de exploração.
Alegra a todos nós e à sociedade constatar que, cada dia mais, cresce a consciência da dignidade e do papel da mulher, que fortalece seu protagonismo marcante e significativo na vida política, social, econômica, cultural e religiosa da sociedade brasileira.
Merecem, ainda, nosso reconhecimento e gratidão, a dinâmica presença e a atuação das mulheres na vida e na ação evangelizadora da Igreja, expressa pela sua vocação vivida no exercício dos vários ministérios, organismos, pastorais e serviços na construção do Reino de Deus no hoje de nossa história.
Desejamos que, no cuidado da vida e no exercício da caridade e da cidadania, as mulheres continuem sendo testemunho de perseverança pelos caminhos que conduzem à justiça e à paz.
Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Jesus e nossa, modelo de mulher, mãe, esposa e trabalhadora, ilumine e proteja as mulheres de nosso país.
Brasília-DF, 07 de março de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício  
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa - PR
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB



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Viver a fé cristã católica em meio a muitas formas de crer


Não basta crer. É preciso crer bem.
De preferência crer com fé cristã católica!

A invasão do religioso na sociedade
 
O novo interesse pelo religioso invade a vida de nossa sociedade das maneiras mais diversas e ganha abrigo, inclusive, em amplos setores das igrejas cristãs, ou, das igrejas que pretendem ser cristãs. De forma polêmica, provocativa e irreverente, o religioso ocupa espaços no cinema, na literatura, no rádio, na tevê, nos jornais, nas revistas nos CDs musicais, nos panfletos. Cria objetos sagrados (vários tipos de rosários, de amuletos), fórmulas mágicas de oração (orações de São Judas, Santa Edwirges, Santa Rita). Aparece nas vestes (camisetas), nos adesivos de carros (Só Jesus salva!), nas dietas alimentares, na música, na política (formação de bancadas evangélicas), no esporte (atletas de Cristo), no lazer (turismo religioso para os santuários cristãos e santuários ecológicos), nas tatuagens e nos florais. Símbolos e imagens de origem cristã aparecem no mesmo ramalhete com outros símbolos de origens diversas, de outros conteúdos e de outros sentidos religiosos (santos, anjos, budas, pretos velhos). Vivemos a proliferação do sagrado, a que denomino, por questão prática, de religioso. Vivemos a fragmentação das formas tradicionais (as Igrejas tradicionais se fragmentam dentro de si mesmas ou para fora de si); a criação de novas formas religiosas e a mistura de tradições religiosas diversas e até contraditórias, formando um tipo de coquetel, ingerido por aqueles que procuram as supostas vantagens e os supostos benefícios de cada tradição, sem assumir compromisso com nenhuma, como a Nova Era.

O religioso na embalagem da mesmice!
 
O religioso invade os meios de comunicação e se mistura com as mesmices de programas de televisão, programas de rádio, de jornais, de revistas, de cinema, de CDs. O religioso vira notícia e produz shows, emoções e provocam novos debates. Atrai milhares de pessoas que querem tocar com as mãos os supostos mistérios e se beneficiarem deles, venham eles de onde vierem, conquanto o resultado seja uma boa terapia ou a promessa de um bom negócio. Tudo pode pertencer ao mundo religioso e adquirir forças sobre-humanas, através das bênçãos, ou, podem perder seu poder maléfico, através de exorcismos, de correntes de oração, de novenas ou de fogueiras santas.
 
Muitas aparições de marias, de seres não identificados (chupa cabra) e de seres extraterrestres (etês), com seus videntes e gurus, trazendo mensagens ameaçadoras e catastróficas, ou, mensagens de fácil digestão, conforme as dietas religiosas de seus clientes e formando comunidades de adeptos, ou melhor, formando sua clientela.

Somos felizes como católicos,
não estamos à procura de igrejas!
 
Diante dos contínuos convites que se recebem para se participar disso ou aquilo, nesta ou naquela igreja, ou, neste ou naquele grupo religioso.
 
Acolher de maneira agradecida e educada as pessoas que fazem tal convite, pois, elas agem de acordo com sua consciência, embora, às vezes, sejam inconvenientes ao fazer tal convite, sabendo que nosso jeito de crer e de praticar o cristianismo é outro. O convite pode chegar a nós bem intencionado, decorrente de uma convicção, mas pode chegar a nós de forma fanática e agressiva, como se nós, que somos católicos, estivéssemos fora da salvação e aguardando uma oportunidade de escolha.
 
Agradecer, mas não se deixar envolver por tais convites, aparentemente muito amigáveis e inocentes, e, até carregados de promessas, mas que no fundo, são uma isca de "agradável aspecto e muito apropriado para abrir a inteligência"(Gen 3,6), ou seja, para nos atrair para sua Igreja. Não ter vergonha de dizer que somos felizes como cristãos católicos.
 
Pois, o trânsito entre Igrejas, e a adesão a grupos e instituições pouco compatíveis com a fé e com a prática cristã católica, por motivos de amizade, por interesse financeiro, por questão de compromissos sociais e por questões familiares, podem levar a um relativismo religioso, principalmente a quem ainda não sabe crer bem, isso é, a quem não tem maturidade suficiente em sua própria fé. E a prática nos ensina que no momento em que for necessário descartar um dos lados, o primeiro a ser descartado é a fé cristã católica, principalmente quando na mistura que se faz entre várias opções, ela se toma a opção segunda. Aquilo que você pensa acrescentar em semelhantes grupos, você pode muito bem fazer, no dia em que assumir seriamente seu compromisso cristão católico. Na Igreja católica, nada falta, para viver em profundidade a experiência de Deus, em Jesus Cristo e no Espírito, e a experiência da fraternidade e da solidariedade humana e divina.
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Dia 03 de março – 3º DOMINGO DA QUARESMA



A DESIGUALDADE E OS JOVENS NO BRASIL
Deus nos fala por meio dos jovens atingidos pela desigualdade e submetidos a condições desfavoráveis de vida e de desenvolvimento de suas potencialidades. Os jovens brasileiros são cerca de 50 milhões, e mais de 84% vivem no meio urbano; entre estes, os que se encontram na periferia convivem com rotinas de altas taxas de desemprego, violência, crescente segregação espacial, qualidade de vida deteriorada; metade deles vive em moradias inadequadas; 2 milhões dos que têm entre 15 e 29 anos vivem em favelas. Quase 15% de nossos jovens ainda permanecem fora da escola; é grande a desproporção entre idade e série, pois nem a metade dos alunos entre 14 e 17 anos está no ensino médio, etapa crucial da educação. Pior, essa frequência continua sem melhora significativa, comprometendo o futuro de milhões de brasileiros.
Há também em nosso país o problema da histórica desigualdade do acesso ao ensino superior. Dessa forma, a desigualdade avança para o âmbito dos postos de trabalho, do rendimento e das condições de vida. A situação de desigualdade de condições na formação e preparação para o mercado de trabalho se configura em violência, visto que a toda essa multidão restará apenas o trabalho informal e pequenos “bicos” para se manter.
Enquanto prevalecer esse quadro, certamente continuaremos a conviver com os demais tipos de violência que se alastram pelo nosso cotidiano. Aqui acenamos com alguns indicadores da desigualdade, que é ainda mais ampla, sobretudo quando analisamos a questão racial e de gênero. Milhões de nossos jovens sofrem duramente com o processo de desigualdade e exclusão. Diante disso, esta CF é boa ocasião para nos mobilizarmos a fim de superar tal conjuntura, que nos envergonha.

Pe. Luiz Carlos Dias – Secretário-executivo da CF
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3° DIA DA ASSEMBLÉIA PAROQUIAL DE PASTORAL



O último dia da nossa Assembléia Paroquial foi marcado pela organização do nosso calendário paroquial para o ano de 2013, fator determinante para a realização do eventos pastorais e missionários durante todo o ano.

Ao iniciar os trabalhos nessa terceira noite, após o momento de acolhida e oração inicial, o nosso Pároco Célio Azevêdo, fez uma avaliação do dia anterior, com as falas e apresentações das pastorais, movimentos e setores missionários urbanos e rurais. Quanto à sua ausência citada por algumas pastorais durante o ano pastoral de 2012, o Pároco citou a falta de compromisso na missão por parte de algumas pastorais e movimentos e também pela baixa freqüência na participação das missas nas zonas rurais o que acarreta um certo desestímulo na execução dos trabalhos paroquiais. Ainda pediu que todos pudessem trabalhar com união e assumissem o seu “Ser Igreja” mais intensamente, levando a todos a Palavra de Deus e defendendo a sua fé, a sua Igreja. Lembrou a todos que o bom exercício de nossas ações pastorais deve ser freqüente e que todos sabem que podem contar com ele para orientações e planejamentos, pois a vida sacerdotal já é uma grande missão e responsabilidade e certamente com a ajuda de todos, haverá o êxito necessário na missão evangelizadora em nossas caminhadas.

Em seguida, todos os presentes representantes das pastorais, movimentos e setores missionários, como também da nossa comunidade organizaram o calendário paroquial já se comprometendo com a sua execução esse ano.

Ao final, encerrando a Assembléia, Pe. Célio agradeceu a presença de todos e se colocou mais uma vez a disposição para juntos buscarmos as melhorias necessárias em nossa comunidade paroquial de São Sebastião.

Que nosso maravilhoso Deus nos conduza e que através do testemunho do nosso santo Padroeiro São Sebastião, possamos caminhar de mãos dadas frente aos desafios em nossas missões. Que assim seja!
















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2° DIA DA ASSEMBLÉIA PAROQUIAL DE PASTORAL


Com a oração inicial e acolhida aos presentes, foi iniciado os trabalhos em mais um dia da Assembléia Paroquial de Pastoral no Centro Paroquial Pe. Valdeci Donato da Silva, logo após às 19:00 horas.

O nosso Pároco Pe. Célio Azevêdo iniciou os trabalhos com algumas explanações a cerca do trabalho dos primeiros cristãos quanto ao primeiro Concílio de Jerusalém, que foi um marco para a Igreja para que as avaliações quanto a forma de proceder na Igreja, onde os Apóstolos se reuniram para refletir, buscando as melhorias necessárias às suas atividades, estando de acordo com a realidade da comunidade sem deixar que a essência Igreja se perca, pois a mesma não muda jamais. Ainda falou a todos quanto a infalibilidade papal e a sua importância desde os primórdios da Igreja até os dias atuais; sobre a sua índole missionária como sacerdote e os demais desafios encontrados pela Igreja na atualidade, onde um grande obstáculo seria a falta de conhecimento do povo quanto a doutrina da Igreja e que precisamos olhar com coragem para a nossa caminhada pastoral.

Assim, logo após sua fala, todos os representantes das pastorais, movimentos, setores missionários urbanos e rurais apresentaram a todos as suas realidades pastorais vivenciadas ao longo de todo o ano passado, suas conquistas e também as dificuldades encontradas na caminhada o que em muito dificulta a evangelização e bom andamento dos serviços prestados em nossa comunidade.

A nossa Paróquia, graças a visão esclarecedora e aberta do nosso Pároco, sempre possibilita momentos como esse para formação e crescimento, sem imposições ou outras formas já ultrapassadas de ditar regras, pois acredita que é através do diálogo e escuta dos nossos agentes de pastoral que construiremos juntos a história de nossa comunidade paroquial e assim buscaremos as melhorias necessárias para continuarmos levando a Boa Nova do Senhor em nossas ações.

Que Deus conduza nossos trabalhos nesse novo ano!

Lembramos a todos que hoje, sábado (02/03) organizaremos o nosso calendário paroquial para o ano e encerraremos assim nossa Assembléia.

Acompanhe conosco alguns momentos dessa sexta-feira.








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ASSEMBLÉIA PAROQUIAL DE PASTORAL É INICIADA



Para melhor dinamizar os trabalhos pastorais nesse ano de 2013, o nosso Pároco Pe. Célio Azevêdo, abriu oficialmente na noite dessa quinta-feira dia 28/02 as 19:30 horas a Assembléia Paroquial de Pastoral que visa reunir todos os representantes de pastorais, movimentos, setores missionários urbanos e rurais além dos demais membros de nossa comunidade para planejar, refletir, avaliar e celebrar como Igreja de Deus, os eventos e acima de tudo o compromisso no serviço evangelizador como verdadeiros missionários do Reino.
Em sua fala, nosso Pároco lembrou a todos do momento que nossa Igreja passa com a saída do Papa Bento XVI, com seu gesto tão nobre de humildade e fé expressado através dos seus atos ao longo do seu pontificado à frente da Igreja de Jesus Cristo, também os desafios que certamente virão para os próximos períodos em nossa caminhada.

Com a acolhida e em seguida a oração inicial partilhada, foi meditado, trechos do Evangelho com a participação dos presentes com a oração vigiai e orai num momento de adoração ao Santíssimo para quinta-feira que fez desse momento, uma oportunidade para lembrar a todos quão necessária é  a oração em nossas vidas fortalecendo inclusive nossas caminhadas missionárias.

Em seguida, como momento de formação e reflexão, o convidado para a palestra, o Pe. José Joácio, Pároco de Santo Onofre da cidade de Junco do Seridó/PB, falou sobre a temática “Missão e Compromisso”, enfocando que o centro da nossa vida é Cristo que dá o sentido verdadeiro às nossas ações, que missão, foi a principal temática da última visita do papa Bento XVI ao Brasil, apontando a todos que somos nós os discípulos e missionários do Reino. Continuou falando acerca das atuais realidades em nossas Igrejas paroquiais, da falta de compromisso cristão com nossa caminhada e a cima de tudo com o próprio Deus; descompromisso com a vivência sacramental da Palavra e ainda nos mostrou, através das suas diversas experiências como sacerdote, que a conversão acontece paulatinamente, como uma mudança de vida num encontro pessoal e íntimo com a pessoa de Jesus Cristo o que nos edifica e transforma verdadeiramente nossos corações.

Após essa formação, foi a vez das comunicações e avisos para esse dia e para o dia seguinte, e Pe. Célio agradeceu ao amigo e irmão Pe. Joácio pela sua vinda e partilha do tema e a todos os presentes, lembrando que os trabalhos continuariam na sexta-feira(01/03) e sábado (02/03).

Selecionamos algumas imagens do primeiro dia de nossa Assembléia Paroquial.



















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Bento XVI: sou um simples peregrino que inicia a última etapa de sua peregrinação na terra



"Obrigado, caros amigos, estou feliz por encontrar-me com vocês, circundado pela beleza da Criação e pela simpatia de vocês que me fazem muito bem. Obrigado pela amizade de vocês, do seu afeto!" Essas foram as primeiras palavras de Bento XVI dirigidas aos fiéis reunidos diante da residência apostólica de Castel Gandolfo, no final da tarde desta quinta-feira, 28 de fevereiro, horas antes de encerrar oficialmente seu pontificado.
"Vocês sabem que este dia é para mim diferente dos dias precedentes: serei Sumo Pontífice da Igreja Católica até às 20h desta noite, depois não mais o serei". "Sou simplesmente um peregrino – prosseguiu – que inicia a última etapa de sua peregrinação nesta terra. Mas gostaria ainda com o meu coração, com o meu amor, com a minha oração, com a minha reflexão, com todas as minhas forças interiores, de trabalhar em prol do bem comum e do bem da Igreja e da humanidade. E me sinto muito apoiado pela simpatia de vocês. Sigamos adiante com o Senhor para o bem da Igreja e do mundo. Obrigado!"
Em seguida, emocionado, o Santo Padre concedeu a sua Bênção apostólica aos presentes.
O Papa havia chegado a Castel Gandolfo às 17h23, ao heliporto das Vilas Pontifícias, acolhido pelo som dos sinos da Diocese de Albano Laziale.
De fato, Bento XVI havia deixado o Vaticano de helicóptero às 17h07, também ao som dos sinos e dando a volta sobre a Praça São Pedro para saudar os muitos fiéis reunidos para dirigir-lhe a última comovida saudação de Roma expressando o seu muito obrigado ao Papa.
O helicóptero sobrevoou o Coliseu e a Basílica de São João de Latrão – sede da Diocese de Roma –, com imagens transmitidas pelo Centro Televisivo Vaticano (CTV).
Pouco antes das 17h locais, no pátio São Damaso, Bento XVI fora saudado pelos superiores da Secretaria de Estado, conduzidos pelo Cardeal Tarcisio Bertone, pelos cardeais Agostino Vallini e Angelo Comastri, respectivamente, vigário-geral do Papa para a Diocese de Roma, e vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano, e pelo piquete da Guarda Suíça.
Passando de automóvel diante da Gruta de Lourdes, nos Jardins Vaticanos, chegou em seguida ao heliporto vaticano, onde foi acolhido pelo Cardeal decano Angelo Sodano e pelo Cardeal Giovanni Lajolo.
Em Castel Gandolfo o Papa foi acolhido pelo Cardeal Bertello, Dom Schiacca, pelo bispo de Albano Laziale, Dom Marcello Semeraro, pelo diretor das Vilas Pontifícias, Saverio Petrillo, bem como pelo prefeito de Castel Gandolfo.
Bento XVI permanecerá na residência de Castel Gandolfo por cerca de dois meses, para em seguida retornar ao Vaticano como Papa emérito e residir no mosteiro "Mater Ecclesiae", uma vez restaurado. Às 20h conclui-se o seu Pontificado e se inicia a sé vacante.
Bento XVI publicou o seu último tweet no momento de deixar, às 17h locais, o Vaticano, retirando-se para Castel Gandolfo, na qual enviou a seguinte mensagem: "Obrigado pelo vosso amor e o vosso apoio! Possais viver sempre na alegria que se experimenta quando se põe Cristo no centro da vida"
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Bento XVI em Castel Gandolfo



No início da tarde desta quinta-feira, 28 de fevereiro, o Papa Bento XVI foi levado de helicóptero para a cidade de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma. Segundo informações da Sala de Imprensa da Santa Sé ele ficará na residência de verão por dois meses. As 20 horas de Roma, 16 horas de Brasília, estará encerrado o seu pontificado.
A cidade de Castel Gandolfo Fica a 30 km ao sul de Roma, à beira do lago de Albano. A residência foi construída em 1626 pelo Papa Urbano VIII como residência de campo para passar o verão. Desde a sua construção, a Igreja já teve 31 papas, sendo que apenas 15 fizeram uso da residência em algum momento. Bento XVI, nos seus quase oito anos de pontificado, passou longas temporadas neste belo local, onde escreveu parte da trilogia 'Jesus de Nazaré'.
Durante a II Guerra Mundial, os aposentos onde ficará Bento XVI foram transformados numa maternidade, onde nasceram 50 crianças, filhos de italianos que ali se refugiavam. Os pais das crianças, como forma de agradecimento ao Papa Pio XII (Eugenio Pacelli), colocaram o nome das crianças de Eugenio ou Pio.
A Residência Apostólica de Castel Gandolfo e os jardins ao seu redor ocupam 55 hectares, área maior que o Estado do Vaticano. Os jardins, com espaços projetados por Bernini, além das centenas de árvores, tem um espaço especial dedicado à Virgem Maria. Nas três vilas que formam o complexo (a Residência Papal, a Vila Barberini e outra destinada à administração), trabalham 55 pessoas, sendo que muitas vivem no local com suas famílias. O complexo também conta com exploração leiteira, produzindo cerca de 600 litros/dia, vendidos no supermercado Vaticano ou em leiterias locais. Ali também são criadas galinhas e produzidas verduras. A Residência Apostólica não possui grandes obras de arte, destacando apenas a beleza de algumas tapeçarias. A beleza do lugar e do lago de origem vulcânica suprem o que falta no interior da residência.
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Presidente da CNBB diz que a reúncia do Papa foi gesto profético



Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida, é um dos cinco cardeais brasileiros eleitores que se encontram em Roma, convocados para o próximo conclave. Nesta quarta-feira, 27de fevereiro, após participar da audiência geral na Praça São Pedro, concedeu uma coletiva aos jornalistas.
A repórter da Rádio Vaticano Cristiane Murray esteve no Colégio Pio Brasileiro. Dom Raymundo, ao anunciar a renúncia, Bento XVI admitiu seus limites, de idade e de forças, para prosseguir em seu ministério. A decisão de abdicar ao Pontificado, primeira depois de 600 anos, foi considerada ‘humilde e corajosa’, tendo ‘humanizado’ a imagem da Igreja.
O sr. acredita que este gesto vai aproximar os fiéis da Igreja?
“Acho que sim. É um gesto que podemos até dizer ‘profético’, que quer nos dizer alguma coisa. No sentido que o Papa também é o Vigário de Cristo, é aquele que faz as vezes de Cristo, mas quem conduz a Igreja propriamente é Cristo, então primeiro ele nos dá este sinal profético: o Papa é humano, tem seus limites físicos e chega um momento em que ele pode dizer que não tem mais condições de conduzir a Igreja como deveria governá-la, de modo eficiente, com todo o bem que a Igreja exige. É profético neste sentido, um gesto de humildade, de grandeza, coragem. Porque o Papa sabia das repercussões de seu gesto... estamos todos vendo. É algo inusitado que pegou a Igreja de surpresa, embora ele tenha feito alusões à possível renúncia. Mas uma coisa é fazer alusões, outra é renunciar mesmo. A gente nunca sabe se fato isto iria se concretizar. Ele deixou em aberto esta possibilidade. O gesto é profético neste cenário”.
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